
Por Felipe Morais
A Ilha do Bananal é cercada pelos rios Araguaia e Javaés, no Tocantins, e possui uma área de cerca de 20 mil km², o que a coloca como a maior ilha fluvial do mundo. Situada em uma faixa de transição entre a Amazônia e o Cerrado, a ilha é considerada um dos santuários ecológicos mais importantes do país.
Foi nesse cenário que a bióloga Geovana de Souza Andrade passou sua infância. Natural de Lagoa da Confusão – um dos municípios tocantinenses em que a ilha se insere –, Geovana morou na Ilha do Bananal até os 12 anos, o que ela acredita ter sido determinante para despertar seu interesse pela Biologia. “Sempre tive contato com essa natureza mais selvagem, diferente da cidade grande, então começou a ser plantada uma sementinha. E também por muita influência do meu pai, que é um amante da natureza e da pesca”. Todo esse contexto não levou Geovana apenas a cursar Ciências Biológicas, mas a se especializar em ictiologia.
Mestra em Biodiversidade, Ecologia e Conservação pela Universidade Federal de Tocantins, atualmente a bióloga presta serviços de consultoria ambiental em trabalhos de ictiofauna e herpetofauna, além de dar aulas de Biologia.
O Conselho de Biologia

Recentemente, a bióloga esteve na Delegacia Regional do Tocantins para retirar seus documentos profissionais. “Todo o processo de emissão do registro foi muito rápido e o atendimento foi esclarecedor e gentil”, conclui.


