De acordo com os pesquisadores, as partículas respiratórias – em geral, com tamanhos entre 0.1 e 10 μm – desempenham um papel fundamental na disseminação de infecções, especialmente quando menores que 5 μm, permanecendo em suspenso no ar por longos períodos.
A pesquisa analisou a eficiência dos materiais mais comuns utilizados em máscaras na contenção de partículas em duas faixas de tamanho: de 10 a 300 nm e de 300 a 6 μm. O vírus da Covid-19 tem, em média, 120 nm.
Os resultados apresentados permitem algumas conclusões: uma de que é possível a fabricação de máscaras caseiras (feitas com duas camadas de algodão 600 fios ou com uma mescla de algodão e seda) que ofereçam o mesmo grau de segurança das máscaras cirúrgicas e N95. Por outro lado, máscaras feitas com algodão comum têm eficiência de filtragem muito baixa e são desaconselhadas. Por fim, o estudo também demonstrou a importância do uso correto desses aparatos. Mesmo as máscaras com melhores resultados (N95 e cirúrgicas), se colocadas incorretamente no rosto, sem a devida vedação, perdem consideravelmente sua eficácia.
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