Conselho Regional de Biologia 4ª Região
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Do estágio no Conselho a TRT de controle de vetores e pragas

Por Vinícius Bozzi

Graduanda em bacharelado e licenciatura em Ciências Biológicas pela UnB, Claudiana Pereira já havia experimentado estágios dentro da própria Universidade em áreas como Ecologia, Botânica e Entomologia quando, no início de 2020, surgiu uma oportunidade um pouco fora do usual: estagiar na Delegacia Regional do CRBio-04 em Brasília.

A princípio, as atribuições administrativas da função podem não soar muito atrativas para um perfil de estudantes que, em geral, anseiam pelo campo ou pela bancada, mas Claudiana conta que queria “escapar” um pouco do ambiente acadêmico e que não se arrependeu: “Estagiando no Conselho pude conhecer diversas áreas, muitas que eu nem sabia que o biólogo pode atuar. Foi um contato com profissionais e com a própria Biologia que contribuiu muito para a minha formação”, relata.

Ao todo foram quase dois anos de estágio na Delegacia do Distrito Federal, encerrado no último dezembro, quando Claudiana concluiu a licenciatura – o bacharelado foi concluído em março de 2021 – e deu entrada em seu registro profissional. Ato contínuo, a agora bióloga está há dois meses como TRT da JML, empresa de controle de vetores e pragas de Luziânia (GO), sua cidade natal. “Meu trabalho é mais voltado ao controle de qualidade, estudando hábitos e ciclos de vida das pragas para identificar as melhores formas de combatê-las”, explica. “Com a prática na profissão, tenho aprendido sobre os domissanitários que são utilizados, entendendo um pouco mais sobre a utilização de cada um. Além dessas questões, também atuo ministrando cursos aos funcionários, explicando sobre a correta utilização desses produtos, além das questões de uso dos EPIs.”

Falando com a experiência de alguém que fez parte da estrutura administrativa do Sistema CFBio/CRBios e agora relaciona-se com o CRBio-04 como bióloga atuante no mercado de trabalho, Claudiana conclui ressaltando a importância do Conselho: “considero o registro imprescindível, inclusive para um respaldo legal de nossa atuação. Com o registro ativo, temos um órgão a quem recorrer em eventuais problemas ou dificuldades”.

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